Neste blog fala se de Sintra Falar de Sintra é: falar de um dos maiores concelhos do país, é falar do concelho com mais habitantes na area metrpolitana de Lisboa e como tal uma peça chave no seu desenvolvimento.
06
Set 10
publicado por falardesintra, às 17:17link do post | comentar

São os bairros sociais sinónimo de integração?

 

Em minha opinião não, os bairros sociais inicialmente surgiram para realojar pessoas que viviam em barracas, mais tarde alargou se a pessoas com as mais variadas necessidades no entanto penso que era possivel realojar as pessoas sem serem construidos bairros sociais pois toda gente sabes que são bairros com um "caracter especial" e que tende assim ser vistos de forma diferente pelo cidadão comum, fumentando dessa forma uma desigualdade que mais tarde ou mais cedo acaba por ser sentida por quem lá mora e levando então a situações extremas...

 

Devem os bairros sociais acabar?

 

Creio que ja nada há fazer em relação aos bairros existentes por isso creio que a solução de momento passaria por requalificar os bairros sociais existentes dota los de equipamentos que tornem a vida nesses bairros agradavel para quem lá mora e ja agora para quem la passa pois quem la passa tem como sabe uma visão negativa do local e de quem lá mora. O que fazer as pessoas que precisam de habitação social? As pessoas que precisam de habitação devem habitar uma casa de acordo com as suas possibilidades sem no entanto ter de ir morar para um bairro autodenominado social, eu parto do pressuposto que as habitações oferecem as mesmas condições seja habitação social ou não, parto tb do pressuposto que para ai muita casa vazia por ocupar, e que apenas esta vazia, por capricho das imobiliarias e inercia dos municipios designadamente Sintra. E possivel melhor de vida sem ter de ir para um bairro social? Claro que sim bastava que as assistentes sociais entrassem em contacto com os responsaveis pela habitação de modo a encontrar uma solução que agradasse a todas as partes, se isso não acontecesse deveriam ser estudadas outras soluções que afectassem o menor possivel. Acrescento que muitas vezes as pessoas muitas delas com filhos são mandadas para locais fora do seu nucleo social o que de alguma deixaria de acontecer.

 

 

 

 


publicado por falardesintra, às 11:58link do post | comentar | ver comentários (3)

Tenho lido em muitos jornais, que a polemica medida do presidente francês em deportar ciganos esta a causar bastante polemica. Sinceramente não compreendo a razão de tanta polemica em particular daquelas pessoas se queixam da falta de segurança.

Alegam as mentes brilhantes que a deportação de ciganos  poem em causa a livre circulação de pessoas dentro da união europeia e o dialogo intercultural entre povos.

Eu compreendo e acredito que ate pode por em causa o dialogo entre povos, mas não pode a custa desse dialogo permitir que entre todo tipo de gente, gente essa que tras maus habitos do pais de origem, que vem para o nosso pais degradar o património, assaltar e por vezes matar as pessoas que nele habitam causando assim um crescente sentimento de insegurança.

 

O quê que isso tem haver com Sintra?

 

Um dos problemas apontados ao municipio e as forças de segurança é a falta de segurança, mas o que podem as forças de segurança perante uma legislação que é favoravel aos imigrantes? o que pode o poder local fazer, se a competencia de expulsar determinado individuo esta a cargo de um SEF que por vezes reage a medo?

 

O quê que degradar tem de intercultural?

 

Algum tempo quando fui a Sintra deparei me os comboios da linha de Sintra pintados de grafitis e o mesmo acontecia com a maioria das estações, vi pessoas receosas de ser assaltadas; nas escolas o panorama tambem não é muito diferente, paredes vandalizadas, assaltos, ameaças, violência medo, revolta, nos bairros sociais vejo as pessoas comportarem como se vivessem num morro iguais aqueles  que há no brasil. Quando falo em degradar não me refiro apenas ao património, mas a degradação a moral e de outra ordem.

 

Que concelho gostava de ter?

 

Gostava de ter um concelho onde os imigrantes fossem pessoas de bem, com cadastro limpo, com objectivos na vida, que estudassem, que fossem para a universidade para ficarem devidamente habilitados e se um dia então fosse essa vontande, regressar ao pais de origem para aplicarem aquilo que viveram e aprenderam.

 

Não será um diologo intercultural uma troca de expriências?

 

Claro que sim, no entanto essa troca deve ocorrer de forma natural sem que nada seja forçado, é fundamental que quem venha seja devidamente enquadrado e que perceba quais as regras e que quem receba, receba de braços abertos.

 


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