Neste blog fala se de Sintra Falar de Sintra é: falar de um dos maiores concelhos do país, é falar do concelho com mais habitantes na area metrpolitana de Lisboa e como tal uma peça chave no seu desenvolvimento.
06
Set 10
publicado por falardesintra, às 11:58link do post | comentar

Tenho lido em muitos jornais, que a polemica medida do presidente francês em deportar ciganos esta a causar bastante polemica. Sinceramente não compreendo a razão de tanta polemica em particular daquelas pessoas se queixam da falta de segurança.

Alegam as mentes brilhantes que a deportação de ciganos  poem em causa a livre circulação de pessoas dentro da união europeia e o dialogo intercultural entre povos.

Eu compreendo e acredito que ate pode por em causa o dialogo entre povos, mas não pode a custa desse dialogo permitir que entre todo tipo de gente, gente essa que tras maus habitos do pais de origem, que vem para o nosso pais degradar o património, assaltar e por vezes matar as pessoas que nele habitam causando assim um crescente sentimento de insegurança.

 

O quê que isso tem haver com Sintra?

 

Um dos problemas apontados ao municipio e as forças de segurança é a falta de segurança, mas o que podem as forças de segurança perante uma legislação que é favoravel aos imigrantes? o que pode o poder local fazer, se a competencia de expulsar determinado individuo esta a cargo de um SEF que por vezes reage a medo?

 

O quê que degradar tem de intercultural?

 

Algum tempo quando fui a Sintra deparei me os comboios da linha de Sintra pintados de grafitis e o mesmo acontecia com a maioria das estações, vi pessoas receosas de ser assaltadas; nas escolas o panorama tambem não é muito diferente, paredes vandalizadas, assaltos, ameaças, violência medo, revolta, nos bairros sociais vejo as pessoas comportarem como se vivessem num morro iguais aqueles  que há no brasil. Quando falo em degradar não me refiro apenas ao património, mas a degradação a moral e de outra ordem.

 

Que concelho gostava de ter?

 

Gostava de ter um concelho onde os imigrantes fossem pessoas de bem, com cadastro limpo, com objectivos na vida, que estudassem, que fossem para a universidade para ficarem devidamente habilitados e se um dia então fosse essa vontande, regressar ao pais de origem para aplicarem aquilo que viveram e aprenderam.

 

Não será um diologo intercultural uma troca de expriências?

 

Claro que sim, no entanto essa troca deve ocorrer de forma natural sem que nada seja forçado, é fundamental que quem venha seja devidamente enquadrado e que perceba quais as regras e que quem receba, receba de braços abertos.

 


Os putos que apanho a pintar grafities são brancos e betos... Para onde os deportamos???
Carlos a 6 de Setembro de 2010 às 14:42

Nesses casos os país devem ser chamados a responder pelos filhos afinal são eles que dão ou deveriam dar educação. Quando uma criança na ausência dos pais faz alguma coisa de mal é porque a claramente negligencia dos país, os país devem acompanhar atentamente a vida dos filhos ao não faze-lo estão a deixar esse papel para a sociedade...
falardesintra a 6 de Setembro de 2010 às 15:14

"a competencia de expulsar determinado individuo esta a cargo de um SEF que por vezes reage a medo?"

Não me parece que isso seja assim; a expulsão de um cidadão imigrante, esteja este em situação legal ou não, decorre da lei e, como tal, só pode ser executada em determinadas circunstâncias. Parece isso sim, que é manifestamente insuficiente o facto que, quando o SEF detecta um ilegal, a lei determine que seja efectuada uma notificação para abandono voluntário do país, que, à partida, sabemos não ir ser cumprida. O desejável e a adeqaudo seria a expulsão imediata, mas isso não está estatuído na lei, quiçá por motivos económicos - não fica barato afastar centenas ou milhares de pessoas todos os meses. Já na fonte, à chegada aos aeroportos, são impedidas largas centenas de entradas diariamente, mas isso não impede os acessos terrestres de pessoas a quem faculatda entrada regular, por falta de controlo, nos aeroportos de Espanha ou França, onde o controlo de trânsitos para outros Estados Schengen é pouco mais que sofrível. Do mesmo modo, nada podem fazer as autarquias, a não ser que violem a lei ou façam saber, tal como Alberto João Jardim, que os chineses, os ciganos e os africanos não sõa benvindos...
O Cavalo de Átila a 7 de Setembro de 2010 às 07:11

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